terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Rádio e TV - Escutar Online

A Rádio foi sempre um meio de comunicação acessível a um grande número de cidadãos em todo o Mundo.
Uma pequena caixa consegue sintonizar FM (Frequência Modulada), MW (Onda Média), SW (Onda Curta) e LW (Onda Longa).

De todas estas bandas, sobreviveu o FM, que é o meio de radiodifusão mais utilizado em todo o Mundo.
Também se escuta através de antenas parabólicas, telemóvel e outros meios,  mas a Internet é cada vez mais utilizada.
Quer se trate de computadores "fixos", portáteis, tablets ou outros aparelhos, a Internet está sempre presente.

É possível escutar as estações de rádio ou ver os canais de televisão diretamente através dos "sites" das respetivas emissoras, ou recorrer a "sites" que se especializam na retransmissão daquelas estações e canais.
É o caso da lista que apresentamos a seguir.

http://www.RadioRage.com

http://www.TelevisionFanatic.com

http://radioradio7.com

http://tunein.com

http://worldlinkcentre.com

http://grooveshark.com

http://www.surfmusic.de

http://www.deezer.com

http://www.streamzy.com

http://finetune.com

http://blip.fm/

http://www.local.com

http://www.live365.com/

http://www.onellama.com

http://pt.delicast.com/

http://www.karibufm.com

http://www.peacefmonline.com

http://www.streamingthe.net

http://www.onlineradiostations.com


















segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Mensagens de Boas Noites do Rádio Clube de Moçambique

Esta era a Mensagem de Boas Noites do Rádio Clube de Moçambique, por Manuela Arraiano

http://www.lmradio.org/Sounds/RCM_Goodnight_Message_Manuela%20Arraiano.mp3




E  havia também a versão de David Davies na LM Radio 

http://www.youtube.com/watch?v=HE7cS_r96AQ

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

António Costa analisa a situação portuguesa

São atribuídas a António Costa, presidente da câmara municipal de Lisboa, as seguintes afirmações, produzidas no programa "Quadratura do Círculo", transmitido pela SIC TV em 29 de Novembro de 2012:


«A situação a que chegámos não foi uma situação do acaso. A União Europeia financiou durante muitos anos Portugal para Portugal deixar de produzir; não foi só nas pescas, não foi só na agricultura, foi também na indústria, por ex. no têxtil. Nós fomos financiados para desmantelar o têxtil porque a Alemanha queria (a Alemanha e os outros países como a Alemanha) queriam que abríssemos os nossos mercados ao têxtil chinês basicamente porque ao abrir os mercados ao têxtil chinês eles exportavam os teares que produziam, para os chineses produzirem o têxtil que nós deixávamos de produzir.
E portanto, esta ideia de que em Portugal houve aqui um conjunto de pessoas que resolveram viver dos subsídios e de não trabalhar e que viveram acima das suas possibilidades é uma mentira inaceitável.
Nós orientámos os nossos investimentos públicos e privados em função das opções da União Europeia: em função dos fundos comunitários, em função dos subsídios que foram dados e em função do crédito que foi proporcionado. E portanto, houve um comportamento racional dos agentes económicos em função de uma política induzida pela União Europeia. Portanto não é aceitável agora dizer? podemos todos concluir e acho que devemos concluir que errámos, agora eu não aceito que esse erro seja um erro unilateral dos portugueses. Não, esse foi um erro do conjunto da União Europeia e a União Europeia fez essa opção porque a União Europeia entendeu que era altura de acabar com a sua própria indústria e ser simplesmente uma praça financeira. E é isso que estamos a pagar!
A ideia de que os portugueses são responsáveis pela crise, porque andaram a viver acima das suas possibilidades, é um enorme embuste. Esta mentira só é ultrapassada por uma outra. A de que não há alternativa à austeridade, apresentada como um castigo justo, face a hábitos de consumo exagerados. Colossais fraudes. Nem os portugueses merecem castigo, nem a austeridade é inevitável.
Quem viveu muito acima das suas possibilidades nas últimas décadas foi a classe política e os muitos que se alimentaram da enorme manjedoura que é o orçamento do estado. A administração central e local enxameou-se de milhares de "boys", criaram-se institutos inúteis, fundações fraudulentas e empresas municipais fantasma. A este regabofe juntou-se uma epidemia fatal que é a corrupção. Os exemplos sucederam-se. A Expo 98 transformou uma zona degradada numa nova cidade, gerou mais-valias urbanísticas milionárias, mas no final deu prejuízo. Foi ainda o Euro 2004, e a compra dos submarinos, com pagamento de luvas e corrupção provada, mas só na Alemanha. E foram as vigarices de Isaltino Morais, que nunca mais é preso. A que se juntam os casos de Duarte Lima, do BPN e do BPP, as parcerias público-privadas 16 e mais um rol interminável de crimes que depauperaram o erário público. Todos estes negócios e privilégios concedidos a um polvo que, com os seus tentáculos, se alimenta do dinheiro do povo têm responsáveis conhecidos. E têm como consequência os sacrifícios por que hoje passamos.
Enquanto isto, os portugueses têm vivido muito abaixo do nível médio do europeu, não acima das suas possibilidades. Não devemos pois, enquanto povo, ter remorsos pelo estado das contas públicas. Devemos antes exigir a eliminação dos privilégios que nos arruínam. Há que renegociar as parcerias público--privadas, rever os juros da dívida pública, extinguir organismos... Restaure-se um mínimo de seriedade e poupar-se-ão milhões. Sem penalizar os cidadãos.
Não é, assim, culpando e castigando o povo pelos erros da sua classe política que se resolve a crise. Resolve-se combatendo as suas causas, o regabofe e a corrupção. Esta sim, é a única alternativa séria à austeridade a que nos querem condenar e ao assalto fiscal que se anuncia."»

domingo, 20 de janeiro de 2013

CAN 2013 - Abertura sem Golos

A Taça das Nações Africanas teve o seu início neste sábado, 19 de Janeiro e os quatro jogos do Grupo "A" terminaram sem abertura de contagem:

África do Sul - 0 - 0 - Cabo Verde
Angola - 0 - 0 - Marrocos

Segundo a imprensa sul-africana, os Bafana Bafana desapontaram ao empatar com os Tubarões Azuis na partida de abertura, naquilo que chamaram um "jogo sem brilho".





Na outra partida,os Palancas Negras não fizeram melhor frente à selecção do Norte de África.
No entanto, o Jornal de Angola afirma que "Empate alimenta o sonho".




sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

18 DE JANEIRO DE 1934


Ouve-se e lê-se com alguma frequência que o 18 de Janeiro foi um “episódio anarco-sindicalista”.
Parece, no entanto, que foi mais do que isso, pelo envolvimento que teve de, pelo menos, quatro forças:
- Confederação Geral do Trabalho, Comissão Intersindical, Federação Autónoma Operária, além dos chamados Sindicatos Autónomos.
Estas quatro entidades constituíam o Comité de Unidade Anti-Fascista, que surgiu como reação à formação dos “sindicatos nacionais” do Estado Novo em 1933, que se opunha e pretendia acabar com os sindicatos livres.
O momento para a greve geral do 18 de Janeiro foi mal ponderado, porque se atravessava um período menos bom para o movimento sindical, devido principalmente à divisão que se verificava entre as diversas forças (irreconciliáveis), que se opunham à ditadura saída do golpe do 28 de Maio de 1926  – a oposição republicana democrática e liberal, o comunismo e o anarco-sindicalismo.
Bento Gonçalves, do PCP (fundado em 1921), também achava que não estavam reunidas as condições para se desencadear o movimento grevista. Na verdade, além dos acontecimentos da Marinha Grande, onde se proclamou um “soviete”, apenas se registaram ações isoladas: a explosão da Central Elétrica de Coimbra, a sabotagem na Fábrica de Braço de Prata, o corte de comunicações telefónicas em algumas cidades e o descarrilamento de um comboio na Póvoa de Santa Iria, concelho de Vila Franca de Xira.
Tudo uma “anarqueirada”, como diria depois a direção do PCP, ao confirmar o fracasso do movimento.
O Estado Novo aproveitou para consolidar posições contra o movimento operário e sindical livre, através da PVDE (Polícia de Vigilância e de Defesa do Estado), antepassada da PIDE: prisões em massa, deportações e outras ações punitivas, além da dispersão do Partido Comunista.