domingo, 2 de dezembro de 2012

MÁRIO COLUNA

MÁRIO COLUNA

MÁRIO COLUNA - MESTRE EM LIDERANÇA DESPORTIVA - «O acto realizou-se durante o lançamento do Mascote do ISCTEM, que tem como figura principal Mário Coluna. 
Na ocasião, o reitor do ISCTEM, João Leopoldo da Costa explicou que “tivemos que esc
olher uma figura que tem objectivos, que sabe o que quer, alguém forte, alguém que é produto de um sonho de cidadãos pacatos, e que pudesse representar e simbolizar esses cidadãos. Mário Coluna, este Monstro Consagrado foi o nosso escolhido”.»

RÁDIO CANAL ÁFRICA

CANAL ÁFRICA

ÁFRICA DO SUL - CANAL ÁFRICA - ANTIGA RÁDIO RSA
14:00-15:00 hora de Lisboa - emissão em Português - emhttp://www.sabc.co.za/wps/portal/SABC/listenlivepopup#fragment-19

19:00-20:00 hora de Lisboa - segunda emissão do dia em português do Canal África, "A Voz da Renascença Africana".
Durante as 24 horas do dia, há emissões em várias línguas naquele mesmo "link"http://www.sabc.co.za/wps/portal/SABC/listenlivepopup#fragment-19

A qualquer hora do dia ou da noite, pode escolher-se o programa que se quer escutar, no serviço de "audio on demand" emhttp://www.channelafrica.co.za/portal/site/ChannelAfrica/menuitem.46ef3b2ee4dba1c1ced5ced5674daeb9/

terça-feira, 27 de novembro de 2012

GLOSSÁRIOS DAS LITERATURAS AFRICANAS

No "site" LUSOFONIA - Literaturas Africanas de Língua Portuguesa -  existe um glossário de termos utilizados em Angola (A), Cabo Verde (C), Guiné-Bissau (G), Moçambique (M), São Tomé e Príncipe (S) e de utilização geral (Ge).

Os termos estão agrupados por letras do alfabeto. Clicando em cada uma delas, temos acesso aos respectivos vocábulos, que começam por essas letras.

Uma autêntica maravilha em
http://lusofonia.com.sapo.pt/glossario_africano.htm

MOÇAMBICANISMOS



O professor e tradutor dinamarquês Vítor Santos Lindegaard elaborou uma lista imensa de palavras usadas em Moçambique, que publicou num dos seus Blog's.

Existem duas secções:
- Na 1.ª secção, são apresentadas as palavras, seu significado e sem mais comentários;
- Na 2.ª secção, clicando nas letras que estão acima daquela primeira secção, aparecem as mesmas palavras, mas enriquecidas com comentários e gravuras explicativas.

Este é o maior repositório que alguma vez encontrei na Net ou publicado em livro.
Têm sido feitas várias tentativas de reunir vocábulos deste género, mas este parece ser, por agora, o trabalho mais completo.
A não perder!

http://mocambicanismos.blogspot.pt/2009/02/blog-post.html

domingo, 25 de novembro de 2012

Fronteiras, hibridismo e mestiçagem e seus desdobramentos formativos

JOSÉ DE SOUSA MIGUEL LOPES

http://navegacoesnasfronteirasdopensamento.blogspot.com.br/2012/11/fronteiras-hibridismo-e-mesticagem-e.html


Neste trabalho começaremos por discutir os conceitos de fronteira, hibridismo e mestiçagem, procurando realizar um esforço transdisciplinar, que atravesse as fronteiras do saber, do pensar e do viver contemporâneo que contém relações multiculturais, elementos diferentes que, ao entrarem em contato, se misturam e configuram novas particularidades. Seguidamente, e privilegiando alguns recortes temáticos, procuraremos incitar cinco autores de vários campos do saber, - autores que designamos por “provocadores” - , ao diálogo com a Educação. São intelectuais que trabalham temas da Filosofia (Michel Onfray), da História (Jack Goody), da Ciência Política (Domenico Losurdo) e da Sociologia (Zygmunt Bauman e Boaventura de Sousa Santos). Onfray procura olhar os “estilhaços” acumulados sob o peso monumental da filosofia idealista que ignorou os filósofos vencidos. Goody analisa o “roubo”, perpetrado pelo Ocidente, das conquistas de outras culturas o que tem conduzido ao nacionalismo estreito, à xenofobia e ao racismo. Losurdo desmantela as ideologias vigentes e historicamente determinadas, justificadoras do domínio da modernidade capitalista do Ocidente e de seu poder desmedido. Bauman embora faça referência a um fato específico - o holocausto -, mostra-nos como sua reflexão pode (e deve) ser aplicada aos conflitos do mundo de hoje no que consiste à (busca da) compreensão da (ir) racionalidade humana. Santos desnuda o modo como as epistemologias dominantes refletem os interesses dominantes — que, de modo mais ou menos direto, são os do capitalismo global — se compreendendo, então, como é tão difícil a luta por justiça social quanto à luta por justiça cognitiva.
Para ler o texto completo de José de Sousa Miguel Lopes clique em
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sexta-feira, 23 de novembro de 2012

E assim vamos nós para 2013...


Sempre houve quem duvidasse que um país pequeno, pobre, fraco e atrasado pudesse proporcionar aos seus cidadãos determinadas condições de vida, de apoio à saúde, à educação e a outros aspectos sociais.
Desconfiavam da necessidade de tantas obras públicas, principalmente no que diz respeito ao betão das auto-estradas, a hospitais, escolas, estádios e outro equipamento social em tão grande número e sobre-dimensionado.
Suspeitavam dos generosos aumentos de ordenado e do nacional inauguracionismo em anos de eleições, questionando-se de onde lhes viria tanto dinheiro.
Respondiam alguns que provinham das ajudas comunitárias, mas que, um dia, as havíamos de pagar bem caras. Notavam outros que Portugal sempre tinha vivido à custa de alguém ou de alguma coisa e enumeravam: as especiarias da Índia, o ouro do Brasil, os recursos das colónias, até ir desaguar às ajudas da então Comunidade Económica Europeia.
Ainda em 2009, quando a crise mundial já se tinha instalado havia um ano, houve um aumento de 5% nos vencimentos, porque era ano de três eleições.
E o dia em que a factura havia fatalmente de ser apresentada, chegou por fim. Só que chegou numa altura em que os crédulos e ingénuos portugueses já se tinham habituado a um certo tipo de vida, se tinham endividado para a aquisição de bens (importados), sem se precaverem com a guarda de um pecúlio, que a prudência e os mais velhos aconselhavam. 

Centros comerciais sempre cheios e cada vez em maior número, dependências de bancos em cada esquina (sempre prontos a emprestar mais e mais), auto-estradas paralelas, que se avistam umas às outras, uma orgia de gastos, que se confundiam com investimentos.
Atravessando todos estes excessos, o omnipresente conceito de "direitos dos trabalhadores", sem nunca ninguém se lembrar da contrapartida dos "deveres do cidadão", uma vez que os direitos de um indivíduo só podem existir se houver o cumprimento dos deveres dos outros elementos da sociedade.
E assim vamos nós para o ano de 2013, com receios mais que fundados quanto à nossa subsistência como indivíduos e como país...

VASCO PULIDO VALENTE


No seu habitual artigo de opinião, publicado na última página da edição de hoje do jornal PÚBLICO, Vasco Pulido Valente afirma a certa altura:


«Veio então a democracia e a esperança de uma situação decente (mesmo esquecendo as ridículas extravagâncias do PREC). Mas Portugal, com ou sem fundos de Bruxelas não se podia tornar numa espécie rara com os salários da Alemanha, o Estado social da Inglaterra e a fiscalidade italiana. Só que, durante 20 anos, vários partidos políticos, vários presidentes da República e vários governos não hesitaram em alimentar esta mortal mentira e os portugueses com a credulidade da miséria acreditaram nela. É triste, ao fim de tanto tempo, chegar ao desespero a que nós chegámos.»