sábado, 21 de fevereiro de 2015

Moçambique - A actualidade da Economia Moçambicana

MOÇAMBIQUE - MOMENTO ECONÓMICO

 «As multinacionais que exploram os recursos minerais estão em debandada, alegando a baixa dos preços dos produtos nos mercados mundiais e a ausência de infraestruturas para o escoamento dos mesmos.»
http://www.portugues.rfi.fr/africa/20150219-exploracao-dos-recursos-naturiais-comprometida


«Indústria mineira em Moçambique passa da euforia aos despedimentos e desinvestimentos»
http://www.africamonitor.net/pt/economia/mocambique-indmineira015/


Moçambique também já sofre com queda do preço de matérias-primas
http://www.africamonitor.net/pt/economia/mocambique-matprimas015/



Vale junta-se a japoneses da Mitsui para prosseguir projecto do carvão em Moçambique
http://www.africamonitor.net/pt/economia/vale-mitsui/


Multinacional Rio Tinto vende por 50 milhões de dólares concessão de carvão em Moçambique que custou 3,7 mil milhões
http://www.africamonitor.net/pt/economia/rio-tinto-mocambique/

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

As 69 canções de amor ou o corno interrompido | Preguiça Magazine

TEXTO DE PEDRO MIGUEL



«encerrar a década 90, ainda não se chamava hipster a ninguém, e serindie ainda era fixe, os Magnetic Fields lançaram um clássico instantâneo com 69 canções de amor em formato de álbum triplo para caber tudo lá dentro.»



As 69 canções de amor ou o corno interrompido | Preguiça Magazine

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Twin Transistors: baile no deserto | Preguiça Magazine - TEXTO DE PEDRO MIGUEL

TEXTO DE PEDRO MIGUEL



«Antenas ligadas, botão no máximo e transístores sintonizados, que isto ecoa muito bem. Os Twin Transistors soam como os recortes áridos do deserto, abraçam o psicadelismo, mas vivem em terra firme, e reflectem o bom momento que a música made in Leiria – e arredores – atravessa.»



PARA LER TUDO EM



Twin Transistors: baile no deserto | Preguiça Magazine

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

NO MAR DA VIOLÊNCIA - Poema de Deolinda Domingues Alves

Observadora atenta da realidade que nos envolve, Deolinda Domingues Alves desloca a sua atenção para os diferentes focos de violência que grassam pelo Mundo, que tanto pode ser na Ucrânia como na Nigéria, na Palestina ou na Síria, no Iraque ou na Venezuela.
Sem referir qualquer local em concreto, esta professora aposentada descreve toda a miséria e infelicidade que atinge os povos flagelados pela guerra ("Torturados e esquecidos") e caracteriza a sua triste situação ("Sem lar, Sem pão, Sem Terra...").

NO MAR DA VIOLÊNCIA
Poema de Deolinda Domingues Alves

Um olhar vazio
Em rostos pálidos,
Deixados à deriva
No barco da vida

Rostos de esperança perdida,
Torturados e esquecidos,
À beira do abismo

Gaivotas feridas
De asas partidas,
Que já não podem voar

Vítimas da guerra
Sem lar,
Sem pão,
Sem Terra…
Tentando sobreviver no limite

Rostos que morrem às mãos,
De quem,
Porque ignora a dimensão do Amor,
Lhes cala a voz
E acende a chama do terror

Choram, em silêncio,
A sua desdita!
E, sem forças para vencer,
Naufragam no mar da violência…

Deolinda Domingues Alves
                                      Leiria



sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Horácio Reynaldo - África Oi - YouTube

Horácio Reynaldo - África Oi - YouTube



África Oi
Quando eu era pequenino
No tempo de meu avô
Minha terra tinha coisas
Que hoje já se acabou.

África Oi
Meu berço de embalar
Com palmeiras ao luar
Teus feitiços gosto de recordar
Dia e noite pr’a sonhar.

As terras de batuque
De sanzalas ao luar
E as negas remexendo
Co’as cadeiras ao passar.

Com acácias e cascatas
E tantans a batucar
Dos perigos e tormentas
De coqueiros a gingar.

África Oi
Meu berço de embalar
Com palmeiras ao luar
Teus feitiços gosto de recordar
Dia e noite sem cessar.

Oh minha terra morena
Com teu calor de abrasar
Do negro trabalhador
Cantando pr’a não chorar.

Teu verde lindo da mata
E passarada a cantar
Os encantos da mulata
Feitos de sol e luar.

África Oi
Meu berço de embalar
Com palmeiras ao luar
Teus feitiços gosto de recordar
Dia e noite pr’a sonhar.

As terras de batuque
De sanzalas ao luar
E as negas remexendo
Co’as cadeiras ao passar.

Oh minha terra morena
Com teu calor de abrasar
Do negro trabalhador
Cantando pr’a não chorar.

África oiiiiii!!!!!.....