MOÇAMBIQUE - MOMENTO ECONÓMICO
«As multinacionais que exploram os recursos minerais estão em debandada, alegando a baixa dos preços dos produtos nos mercados mundiais e a ausência de infraestruturas para o escoamento dos mesmos.»
http://www.portugues.rfi.fr/africa/20150219-exploracao-dos-recursos-naturiais-comprometida
«Indústria mineira em Moçambique passa da euforia aos despedimentos e desinvestimentos»
http://www.africamonitor.net/pt/economia/mocambique-indmineira015/
Moçambique também já sofre com queda do preço de matérias-primas
http://www.africamonitor.net/pt/economia/mocambique-matprimas015/
Vale junta-se a japoneses da Mitsui para prosseguir projecto do carvão em Moçambique
http://www.africamonitor.net/pt/economia/vale-mitsui/
Multinacional Rio Tinto vende por 50 milhões de dólares concessão de carvão em Moçambique que custou 3,7 mil milhões
http://www.africamonitor.net/pt/economia/rio-tinto-mocambique/
sábado, 21 de fevereiro de 2015
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015
As 69 canções de amor ou o corno interrompido | Preguiça Magazine
TEXTO DE PEDRO MIGUEL
«encerrar a década 90, ainda não se chamava hipster a ninguém, e serindie ainda era fixe, os Magnetic Fields lançaram um clássico instantâneo com 69 canções de amor em formato de álbum triplo para caber tudo lá dentro.»
As 69 canções de amor ou o corno interrompido | Preguiça Magazine
«encerrar a década 90, ainda não se chamava hipster a ninguém, e serindie ainda era fixe, os Magnetic Fields lançaram um clássico instantâneo com 69 canções de amor em formato de álbum triplo para caber tudo lá dentro.»
As 69 canções de amor ou o corno interrompido | Preguiça Magazine
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015
Twin Transistors: baile no deserto | Preguiça Magazine - TEXTO DE PEDRO MIGUEL
TEXTO DE PEDRO MIGUEL
«Antenas ligadas, botão no máximo e transístores sintonizados, que isto ecoa muito bem. Os Twin Transistors soam como os recortes áridos do deserto, abraçam o psicadelismo, mas vivem em terra firme, e reflectem o bom momento que a música made in Leiria – e arredores – atravessa.»
PARA LER TUDO EM
Twin Transistors: baile no deserto | Preguiça Magazine
«Antenas ligadas, botão no máximo e transístores sintonizados, que isto ecoa muito bem. Os Twin Transistors soam como os recortes áridos do deserto, abraçam o psicadelismo, mas vivem em terra firme, e reflectem o bom momento que a música made in Leiria – e arredores – atravessa.»
PARA LER TUDO EM
Twin Transistors: baile no deserto | Preguiça Magazine
terça-feira, 3 de fevereiro de 2015
NO MAR DA VIOLÊNCIA - Poema de Deolinda Domingues Alves
Observadora atenta da realidade que nos envolve, Deolinda Domingues Alves desloca a sua atenção para os diferentes focos de violência que grassam pelo Mundo, que tanto pode ser na Ucrânia como na Nigéria, na Palestina ou na Síria, no Iraque ou na Venezuela.
Sem referir qualquer local em concreto, esta professora aposentada descreve toda a miséria e infelicidade que atinge os povos flagelados pela guerra ("Torturados e esquecidos") e caracteriza a sua triste situação ("Sem lar, Sem pão, Sem Terra...").
NO MAR DA VIOLÊNCIA
Poema de Deolinda Domingues Alves
Um
olhar vazio
Em rostos
pálidos,
Deixados
à deriva
No
barco da vida
Rostos
de esperança perdida,
Torturados
e esquecidos,
À
beira do abismo
Gaivotas
feridas
De
asas partidas,
Que
já não podem voar
Vítimas
da guerra
Sem
lar,
Sem
pão,
Sem
Terra…
Tentando
sobreviver no limite
Rostos
que morrem às mãos,
De
quem,
Porque
ignora a dimensão do Amor,
Lhes
cala a voz
E
acende a chama do terror
Choram,
em silêncio,
A
sua desdita!
E,
sem forças para vencer,
Naufragam
no mar da violência…
Deolinda Domingues Alves
Leiria
sexta-feira, 23 de janeiro de 2015
Horácio Reynaldo - África Oi - YouTube
Horácio Reynaldo - África Oi - YouTube
África Oi
Quando eu era pequenino
No tempo de meu avô
Minha terra tinha coisas
Que hoje já se acabou.
África Oi
Meu berço de embalar
Com palmeiras ao luar
Teus feitiços gosto de recordar
Dia e noite pr’a sonhar.
As terras de batuque
De sanzalas ao luar
E as negas remexendo
Co’as cadeiras ao passar.
Com acácias e cascatas
E tantans a batucar
Dos perigos e tormentas
De coqueiros a gingar.
África Oi
Meu berço de embalar
Com palmeiras ao luar
Teus feitiços gosto de recordar
Dia e noite sem cessar.
Oh minha terra morena
Com teu calor de abrasar
Do negro trabalhador
Cantando pr’a não chorar.
Teu verde lindo da mata
E passarada a cantar
Os encantos da mulata
Feitos de sol e luar.
África Oi
Meu berço de embalar
Com palmeiras ao luar
Teus feitiços gosto de recordar
Dia e noite pr’a sonhar.
As terras de batuque
De sanzalas ao luar
E as negas remexendo
Co’as cadeiras ao passar.
Oh minha terra morena
Com teu calor de abrasar
Do negro trabalhador
Cantando pr’a não chorar.
África oiiiiii!!!!!.....
domingo, 18 de janeiro de 2015
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